Quando vi
Meus olhos cegos pelo amarelo forte do Sol
Tentei tocar, mas as mão não te alcançavam
as pessoas choravam, com tanta desgraça
Onde vim parar ?
Me dê seringas
E então as bebidas
Sorte minha ter dois mil rins
Assim suporto a tantos fins
A taça quebrada com tal violência
Não costuma usar da competência
Temos que agradar a quem amamos
E judiar de quem odiamos
Quando vi
Os olhos sangravam de desejo e ódio
Me dê um pouco desse sódio
A garganta grita socorro
Poucos vão escutar, então eu corro
Quando vi
Meus joelhos dobrados no chão
Me conceda a última oração ...
Enxuguei as lágrimas
E segui em frente sem marcas.

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