domingo, 23 de fevereiro de 2014

Quando vi

Quando vi
Meus olhos cegos pelo amarelo forte do Sol
Tentei tocar, mas as mão não te alcançavam
as pessoas choravam, com tanta desgraça
Onde vim parar ?

Me dê seringas
E então as bebidas
Sorte minha ter dois mil rins
Assim suporto a tantos fins

A taça quebrada com tal violência
Não costuma usar da competência
Temos que agradar a quem amamos
E judiar de quem odiamos

Quando vi
Os olhos sangravam de desejo e ódio
Me dê um pouco desse sódio
A garganta grita socorro
Poucos vão escutar, então eu corro

Quando vi
Meus joelhos dobrados no chão
Me conceda a última oração ...
Enxuguei as lágrimas
E segui em frente sem marcas.

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