terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Pode ir

E por um momento queria escrever nas nuvens
Assim como as estrelas, minhas palavras brilhariam
E as pessoas se lembrariam
E então, seria para sempre

Seguindo em linha reta
Se eu errar,
Com as consequências terei que lidar
Não quero ter que pensar
Ter que lidar
E de novo se desesperar.

A companheira de sempre
O copo, a taça, onde der para tomar
A garrafa, um gole...Dois dedos.
A saudade não se esconde, nem passa
É só uma rotina, aquele costume
Como acordar cedo, tomar café.

Em outros sexos, outros beijos, abraços...
Cadê você?
Queria que aqui, mas se não for de sua vontade
Pode ir...