sábado, 26 de setembro de 2015

Incerto

Com uma noite de amor
Você virou as costas e se transformou
Tu é cilada, vi pela sua cara
Lavada da alma
A grande mentira que é sem rancor

As nuvens não era o limite
O céu não se entristece
A vida é um estresse
O medo de ter medo do errado
Você errou.

Quando se pinta o nosso mundo
Vimos o futuro
E ele deu no mesmo fim
A morte é certo
Mesmo sendo incerto.


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Lalá lá

Não sei se pode perdoar, eu mesma não sei me portar.
A porta estara aberta, você sabe os riscos, vai se arriscar, vai se arrepender e então vai embora. Eu sei, já passei por essa parte.
As flores parecem bonitas, mas assim como eu, elas morrem e se tornam sem graça, vida ou cor. Eu quero que saiba os riscos, no mundo dos dignos eu não sou. Olha nos meus olhos, me tira suspiros, me rouba um beijo, talvez dois... O casamento, dois filhos, Jana e Hana não sabem o que é... Amor! Não sabemos o que é a vida, um mistério para quem está dentro, uma solução para quem está fora. Uma atitude arcaica e então eu fique pela eternidade.